A vida toda assim como hoje é o que eu quero. Não pergunta o nome. Não tem nome. Nome? É um sentido, não um nome. É menos a visão que o olfato. É menos a audição que o paladar. É muito mais tocar o viver numa pele arrepiada.
11.11.11
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Antes o sentido que o nome. Antes o perfume que a face. Antes o gosto que o som. Antes de tudo, tato. Da vida o rico arrepio.
ResponderExcluirLindo teu texto, Cami!
Só não entendi o título...
"Não tem nome. Nome? É um sentido..."
ResponderExcluirEm anonimato me mantenho, pois!
Abraço.
aarp