5.11.11

triiiim

É lá onde eu amo que eu existo. Pouco importa tempo, forma, dor. Sempre doerá. Se é mais ou menos, é amor de qualquer jeito, do que sou feita, do que vou me sustentando, despertador que toca todos as manhãs na minha cabeceira e sinto preguiça de me esticar para dar fim.

Ele chama, eu levanto e vou.

3 comentários:

  1. Tão lindo, de beleza (co)movente...

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  2. Lindo mesmo, Camila. Adorei teu jeito suave e colorido de escrever. Parabéns:D

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  3. "É lá onde eu amo que eu existo(...)"

    Perfeito!
    (Lugar para ser encontrado)

    Abraço.
    aarp

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Coisa boa saber tua opinião.

não se nasce mulher, torna-se mulher [simone de beauvoir]